Como o parquinho de diversões do bairro ajudou a construir quem eu sou hoje

Foi da poltrona G21 que eu senti, subitamente, um arrepio subindo dos pelos da perna até as costinhas do crânio. Não era, naquela noite, a tradicional campainha de teatro que eu eu estava acostumada a escutar toda vez que ia assistir a um espetáculo. Era mais escandalosa do que o normal: como a que eu Read More …

109. O catador de papelão que só queria desejar Feliz Ano Novo aos seis filhos

O amanhecer alaranjado – e perfeito – invadia o quarto pela janela. Sensível demais à luminosidade, abri os olhos quase que instantaneamente. Eu adoro amanheceres bonitos, mas acordar àquela hora, naquele dia, me deixou chateada. Aquele era um dos meus últimos momentos de folga e eu sabia que não conseguiria voltar a dormir tão cedo. Read More …