113. Steve, o escritor que sorria com os olhos

Estacionei o Jeep que alugamos em frente à caixa de correio de número 805 da R. Avenue. Eu não aparecia ali há exatos sete anos. Entrei pelo quintal arborizado e fui em direção a porta. Se eu estivesse no Brasil, provavelmente diria que o lugar havia sido arrombado. Por ter morado meses ali, não estranhei. Read More …

106. O mendigo que disse que meu peito era pequeno

Eu acordei num quarto totalmente estranho – e sofisticado demais para os padrões Aline – numa dessas manhãs em que fazia 10 graus do lado de fora. Não era só o ambiente que me deixava com uma sensação bizarra. Eu também estava um pouco enjoada e zonza – duas coisas que viraram rotina na minha Read More …

94. Owen, a melhor pessoa nascida numa sexta 13

Saí do hospital com os olhos marejados. Eu não conseguia acreditar no que ouvira no consultório. Uma semana antes, eu voltava para casa do trabalho quando, de uma forma assustadoramente bizarra, consegui bater os dedos do pé em uma quina de calçada. O ‘chute’ sem querer trouxe consequências que eu gostaria de esquecer. – “Consulta Read More …

69. Thomas, meu amigo que quis se jogar da ponte

Antes de conhecer o Thomas, eu havia tido apenas dois grandes amigos homens na vida. Um deles se mudou ainda novo demais para outra cidade (e me deixou orfã das melhores conversas “sobre tudo” que imaginei ter com alguém) e outro desencanou da amizade depois de uns dois ou três anos, quando eu deixei claro Read More …

67. Terri, minha host-mom californiana

Desci no Aeroporto Internacional de Los Angeles, o famoso LAX, totalmente desorientada. Fazia exatamente 22 horas desde que eu tinha dado um “até logo” para toda a minha vida em São Paulo e embarcado para a Califórnia, e meus olhos ardiam mais do que eu podia suportar – não de tanto chorar no caminho, mas Read More …